
Apesar de que a Petrolera Argentina S.A. contribuirá com 7% da demanda total de gasolinas da República Argentina, é uma empresa diversificada que, como tal, enfoca-se tanto no mercado interno como no exportador.
A política exportadora da Petrolera Argentina S.A. está principalmente voltada aos mercados do Brasil e Chile. Enquanto que os produtos destinados ao mercado local são comercializados principalmente no sul das províncias de Mendoza, Neuquén, Río Negro, La Pampa, sul de Buenos Aires, Chubut e Santa Cruz.
A companhia desenvolve-se para prestar o maior serviço adicional aos seus clientes e principalmente ao mercado de postos de gasolina de “bandeira branca” da região mencionada.
Em sintonia com estes objetivos, também está aderida à Refino Plus, um programa de incentivo à produção do Ministério de Planejamento Federal, cujas normas provêm da Secretaria de Energia da Nação.
A Petrolera Argentina S.A. encarou recentemente um enérgico processo de investimento para ampliar a oferta de produtos. Construiu uma planta nova de gasolinas acabadas capaz de produzir 325.0000 m3 por ano de gasolina de alta octanagem para veículos de 93 a 100 ROM.
Para absorver o aumento de atividade que trouxe a diversificação de suas atividades, a Petrolera Argentina S.A. começou a construção da infra-estrutura para o armazenamento, transporte e gestão dos combustíveis que produz. Algumas dessas obras são:
· Construção da nova planta de reciclagem e isomerização.
· Construção de uma planta de aromáticos e da nova planta de topping para petróleo cru pesado.
· Avaliação do projeto de uma planta de hidrogênio.
· Construção dos cais de carga de gasolinas.
· Construção de uma balança de certificação do INTI e Aduana.
· Construção de tanques de armazenamento de gasolinas e de GLP, nos portos de Bahía Blanca e de Zárate.

Um dos derivados que a Petrolera Argentina S.A. obtém de sua atividade de refinação é o GLP. Trata-se de quantidades substanciais desse combustível de demanda cada vez maior na região: aproximadamente 7.200 toneladas por ano de gás butano-propano, o que equivale a 720.000 botijões de 10 kg por ano. Esta produção, como mencionamos, pode ser absorvida pela população regional ou também pode ser aplicada para combustão direta nas indústrias da zona.
Outro derivado da produção é o gás combustível e que inclui um projeto para a construção de uma central de geração elétrica, com uma capacidade de geração calculada em 10 MW.